Daqui sempre imagino o que se está a criar por lá.
domingo, 13 de julho de 2008
CANTO I
JOVEM encontra marcas
São pequenas pegadas marcadas na pedra
Seus passos deveriam ser lentos
Ele enleva e se desfaz
Pensa que sabe e prossegue
Sente o que toca e esquece
Olha para ver o que exala certos corpos
Imprime com sua delicada presença a imensidão
São pequenos os vestígios que o pé deixa no solo
Seu pretexto indica a possível existência
JOVEM encontra marcas
São pequenas pegadas marcadas na pedra
Seus passos deveriam ser lentos
Ele enleva e se desfaz
Pensa que sabe e prossegue
Sente o que toca e esquece
Olha para ver o que exala certos corpos
Imprime com sua delicada presença a imensidão
São pequenos os vestígios que o pé deixa no solo
Seu pretexto indica a possível existência
)Luiz Carlos Rufo - excertos de "JOVEM"(
sexta-feira, 11 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Sobre o barro que se faz objeto
"No campo do imaginário trava-se diálogos nem sempre pertinentes. No campo das idéias flutua, sempre, o barro, a pedra e a madeira. No campo longínquo e tão perto das escritas em palavras residem mil coisas que deveriam ser ditas, pois aguardam em fila. Nesta oficina onde há ausência de maquinários pesados existe em abundância barcos ancorados, barcos chegando e outros no ponto de partida."
Luiz Carlos Rufo - "Sobre o Barro"
Luiz Carlos Rufo - "Sobre o Barro"
quinta-feira, 26 de junho de 2008
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